Pequim, 20 Nov (Lusa) - O ministro dos Recursos Humanos e Segurança Social chinês, Yin Weimin, assumiu hoje a agitação laboral como a sua "primeira preocupação" e alertou que a crise financeira global poderá agravar a "crítica" situação do emprego. "O governo apelou às empresas a que recorram à comunicação e ao diálogo para evitar disputas laborais", disse Yin Weimin, citado pela agência noticiosa oficial chinesa. Devido à crise financeira internacional, "algumas empresas, especialmente as pequenas unidades de trabalho intensivo, tiveram de fechar ou reduzir a produção", reconheceu o ministro. Contudo, "houve um esforço para cortar a agitação laboral pela raiz em pelo menos dois casos, através de consultas ao nível das organizações de base". Oficialmente, o índice de desemprego mantém-se nos 4 por cento, mas as estatísticas...
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