Por Manuel Agostinho Magalhães e Pedro Guerreiro Nem a Inspecção-Geral do Trabalho fez ceder os CTT. A empresa pública proibiu que o líder da CGTP Carvalho da Silva estivesse presente num plenário de trabalhadores. Os funcionários acabaram por se reunir na rua. A IGT vai participar dos CTT A administração dos CTT, uma empresa de capitais exclusivamente públicos, proibiu o secretário-geral da CGTP de entrar nas instalações da central de correspondência de Lisboa, em Cabo Ruivo, onde esta quinta-feira decorreu um plenário de trabalhadores. A ameaça já tinha sido feita através de uma carta da administração, e acabou por ser executada através dos seguranças das instalações de Cabo Ruivo. «Às oito horas impediram Carvalho da Silva de entrar nos CTT», afirmou ao SOL Vítor Narciso, coordenador do Sindicato Nacional dos Trabalhadores...
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