Ano passado, enquanto 17 milhões de mulheres foram ao ginecologista, sexo oposto só compareceu em 2,8 milhões de consultas ao urologista As mulheres correspondem à maioria absoluta dos casos diagnosticados de doenças sexualmente transmissíveis ( DST) em São Paulo. Dos mais de 97 mil registros acumulados nos últimos dez anos de sífilis, gonorréia, HPV, corrimentos entre outros problemas provocados pelo sexo sem proteção, elas somam 74,6% do total de notificação - o balanço não conta a aids. A avaliação da Secretaria de Estado da Saúde, responsável pelo levantamento, é que os homens são resistentes em procurar o médico. Por isso, eles são minoria nas estatísticas, mas acabam vetores principais da transmissão. “Como as DSTs não são de notificação obrigatória, uma das...
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