Redes contra malária aumentam na África, mas são insuficientes

Depois que OMS aprovou a estratégia, crianças protegidas atingiram 19%. Milhões delas, entretanto, ainda estão expostas ao transmissor da doença. Donald G. McNeil Jr. Do 'New York Times' Até o ano passado, cerca de 19% das crianças africanas que vivem em áreas onde a malária era endêmica dormiam sob redes contra mosquitos tratadas com inseticida, de acordo com um novo estudo publicado em "The Lancet". Se isso é sucesso ou fracasso, depende da maneira como olhamos. Em 2000, quando a Organização Mundial de Saúde sancionou as redes tratadas como armas contra a malária, menos de 2% das crianças africanas usufruíam delas. Então, embora a cobertura tenha aumentado severamente, 90 milhões de crianças ainda estão desprotegidas. Os autores do estudo, da Universidade de Oxford, montaram base no Quênia e são patrocinados pela Wellcome... [ler mais]                    

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