Entre os empregos temporários, ser líder da Europa por seis meses é um dos mais difíceis - batalhar pelo status de Mestre do Universo, mas sem o poder de fogo necessário e com apoio internacional incerto às grandes idéias em causa. Nicolas Sarkozy se esforça. Ele disparou conceitos, alguns dos quais oportunos, como uma metralhadora política que tome por alvo todas as questões e problemas internacionais. Há momentos em que o presidente francês se prova audaz, comovente e refrescante. Mas se recuarmos a julho, quando a França assumiu a presidência rotativa da União Européia, o traço que o caracteriza como condutor da política européia talvez tenha sido institucionalizar a dispersão em lugar de uma estratégia coerente, com uma saraivada de ruidosos projetos ou planos que soam importantes mas em sua maioria não funcionam ou não...
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