O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) tem nove fiscais para atuar em 92 cidades do Rio de Janeiro. O número já era considerado pequeno antes do afastamento de 12 fiscais e 19 técnicos da autarquia. » Leia mais notícias do jornal O Dia Eles são suspeitos de envolvimento em uma quadrilha que cobrava por laudos ambientais irregulares ou para "fechar os olhos" diante de crimes contra a fauna e florestas no Estado. O superintendente do Ibama no Rio, Adilson Gil, afirma que o corte no pessoal não reflete em baixa produtividade. Segundo ele, a média de autos de infração lavrados pelo órgão se manteve em 80 por mês. "Antes melhor trabalhar com um grupo menor de fiscais e técnicos do que ter mais gente, que mais gerava problemas", explica Gil. Faxina interna Ao todo, 31 fiscais e técnicos do Ibama...
[ler mais]