Para Peter Greenaway, Scorsese é um chato, e a pintura, ao contrário do cinema, permanece viva

Tumulto audiovisual à vista: Peter Greenaway chega ao Rio disposto a provar que o cinema morreu. Convidado de honra da série de espetáculos Multiplicidade, o cineasta galês de 66 anos, realizador de manifestos vanguardistas como "O livro de cabeceira" (1996) e "O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante" (1989), apresenta na terça-feira, às 21h, no Teatro Casa Grande, o projeto "Tulse Luper suitcases", performance com um pé no jogos eletrônicos e outro na videoarte. No dia seguinte, às 10h, ele ministra um colóquio aberto ao público (ingressos a R$ 15), também no Casa Grande, com a tese de que a falta de interatividade confinou a arte cinematográfica a um modelo narrativo mais adequado aos anseios do século XIX do que à geração MSN. Radicado na Holanda, pátria de Rembrandt, pintor que é uma de suas principais referências... [ler mais]                    

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