Um padre católico da Carolina do Sul é acusado de ter dito a seus paroquianos que eles não poderiam receber a comunhão se tivessem votado para Barack Obama nas eleições presidenciais do último dia 4. Isso porque o presidente eleito democrata apóia o aborto, e, segundo o padre, votar nele foi um ato de "cooperação material com a maldade intrínseca". O padre Jay Scott Newman disse em uma carta distribuída no domingo passado (9) na Igreje Católica de Santa Maria, em Greenville, que os paroquianos estariam colocando suas almas em risco se eles tomassem a comunhão antes de fazer penitência por causa do seu voto. "Nosso país escolheu para chefiar seu executivo o mais radical político pró-aborto que servio no Senado dos EUA", disse ele, referindo-se a Obama com seu nome completo, Barack Hussein Obama. "Votar em um político...
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