Brasília - A crise financeira global pode dar novo impulso à atual rodada de negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC). Essa, ao menos, é a avaliação do governo brasileiro. Para isso, segundo o ministro das relações Exteriores, Celso Amorim, será preciso chegar a um acordo sobre as modalidades da Rodada Doha até 10 de dezembro. A preocupação - já demonstrada pelo chanceler antes da eleição para presidente dos Estados Unidos - é de que, caso não haja acordo antes da posse de Barack Obama, o novo governo queira retomar do zero as negociações que já duram sete anos. “É muito importante que se figure uma questão de prazos, por essa questão do próximo presidente americano. Todos entendemos que é muito mais confortável para o próximo presidente norte-americano pegar um acordo que já foi negociado e apresentar ao...
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