Inca desaconselha exame de toque retal e dosagem de PSA como rotina

JB Online RIO - Diminuir as taxas de mortalidade de uma determinada doença é condição essencial para que seja implantada uma política de rastreamento. No entanto, o câncer de próstata não se encaixa nesse perfil. - Não existem evidências científicas de que o rastreamento para o câncer de próstata reduza a mortalidade causada pela doença - aponta Ana Ramalho, gerente da Divisão de Gestão da Rede Oncológica do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Dessa forma, não é indicado que homens sem sintomas (sangue na urina; necessidade freqüente de urinar, jato urinário fraco; dor ou queimação ao urinar) se submetam rotineiramente ao toque retal e ao exame de dosagem do antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês). A Organização Mundial de Saúde não recomenda a estruturação de programas de rastreamento para o câncer de... [ler mais]                    

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