Achille Lollo Todas as vezes que alguém critica a atuação político-militar do Estado de Israel ou pondera sobre as limitações do sistema democrático israelense, em função dos conceitos unilaterais do sionismo ortodoxo, logo é taxado de anti-semita. Enquanto isso, no interior de Israel, os militantes pacifistas ou de esquerda que denunciam as violações dos direitos humanos são achincalhados com o nome de “Kapô”, que, na realidade, era o nome dos guardiões nazistas nos campos de extermínios. Uma cultura da perseguição iniciada pelo rabino ortodoxo Mair Kahane, que criou profundas raízes em Israel, ao ponto de criar redes clandestinas que operam para intimidar os progressistas israelenses e, sobretudo, para expulsar os palestinos de seus territórios. Cabeça a prêmio De fato, um manifesto clandestino oferecia 1 milhão de shekel...
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