ISRAEL O sacrifício do primeiro-ministro, Ehud Olmert, queimado a fogo brando por ser acusado de corrupção, foi a solução política para a classe média israelense e setores ortodoxos sionistas acreditarem que a moral e a honra do Estado sionista foram salvas. Achille Lollo O RITUAL midiático escolhido pelo governo israelense para mascarar seus fracassos militares e econômicos foi perfeito, tanto que para salvar a identidade do Estado sionista, desta vez, a vítima foi nada menos que o primero-ministro Ehud Olmert, também líder do Kadima, principal partido de centro-direita da coalizão governamental, em que participam o Partido Trabalhista de Ehud Barak e o direitista-ortodoxo Shas, de Eli Yishai. Da mesma forma como aconteceu com Sharon, Olmert, durante os últimos dois meses, foi queimado “a fogo brando” pela imprensa...
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