'Crimes cometidos durante ditaduras não prescrevem', diz Baltasar Garzón

Para responsável pela prisão de Pinochet, vítimas são 'universais'. Ele defendeu que Bush seja julgado por violações em Guantánamo. Paula Adamo Idoeta Do G1, em São Paulo O juiz espanhol Baltasar Garzón durante visita ao memorial pelas vítimas de tortura na ditadura na antiga sede do Dops, hoje Estação Pinacoteca, no centro de São Paulo, nesta segunda. (Foto: AFP) Crimes de lesa-humanidade cometidos por agentes públicos durante ditaduras são de “impossível prescrição” e suas vítimas “são universais”, disse o juiz espanhol Baltasar Garzón. Ele defende a ação das cortes internacionais nos países que descumpram a Declaração dos Direitos Humanos, independentemente das críticas quanto ao desrespeito à soberania destes países. Garzón ganhou notoriedade internacional em 1998, quando ordenou a prisão do ex-ditador chileno Augusto... [ler mais]                    

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