Era uma vez, os lordes dos jogos olímpicos que acreditavam que o único campeão verdadeiro era um amador, um cavalheiro não contaminado pelo comércio. Hoje eles sustentam outro ideal. Os ganhadores das medalhas de ouro devem ser atletas naturais, intocados pela tecnologia. Depois de “escândalos” suficientes, o mito dos amadores eventualmente morreu por seu próprio absurdo. O mito natural ainda vive em Pequim, mas está se tornando tão ilógico – e potencialmente perigoso – que alguns cientistas e éticos também gostariam de abandoná-lo. E se deixássemos os atletas fazerem o que quisessem para se exceder? Antes de descartar essa noção, considere com o que estamos lidando hoje em dia. O sistema é ostensivamente projetado para criar um campo plano nivelado de competições, proteger a saúde dos atletas e ser um exemplo para as...
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