Embora os combates tenham parado, a maioria dos refugiados prefere esperar antes de poder regressar à Ossétia do Sul. Em Alagir, na Ossétia do Norte, território russo, estão ainda mais 300 pessoas vindas de Tskhinvali, a capital da província em guerra. Valya é uma das mulheres que vivem neste sanatório transformado em campo de refugiados, onde as condições não são as melhores, mas onde se sentem protegidas: “Quero ir para casa hoje, mas tenho medo quando penso nisso. Gostava que alguém nos garantisse que não volta a haver tiroteios, quando chegarmos a casa. Estamos prontas para partir hoje ainda, mas temos tanto medo…” Com grande parte da cidade de Tskhinvali destruída, muitas destas pessoas não têm para onde ir. O conflito criou também refugiados do lado georgiano. Perto da capital, Tbilissi, foi erguido um campo para...
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