A ajuda humanitária está a enfrentar dificuldades para entrar na Ossétia do Sul, onde as tropas continuam a patrulhar a fronteira num «clima de desconfiança», noticia a TSF. A ajuda humanitária para apoiar as pessoas afectadas pelo conflito na Ossétia do Sul está a enfrentar dificuldades para entrar na região independentista, cujas fronteiras continuam a ser patrulhadas. O jornalista do Diário Económico, Luís Rego, que se encontra na capital georgiana, disse hoje à TSF que a zona da Ossétia do Sul continua «muito militarizada», apesar do cessar-fogo acordado entre as tropas russas e georgianas. «Neste momento é fácil chegar a Gori», a cidade georgiana mais próximo da região independentista, «mas não é fácil entrar na Ossétia do Sul», disse o jornalista, adiantando que a Cruz Vermelha não tem «garantias» para entrar na zona....
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