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Uma semana após os incidentes na Quinta da Fonte, em Loures, as famílias ciganas adiam o regresso ao bairro e querem outras garantias além da palavra da governadora Civil. António Saavedara, padre evangélico no bairro, nega que a comunidade esteja, esta manhã, a voltar ao bairro, tal como tinha avançado ontem a governadora Dalila Araújo. Saavedra diz que é necessário um documento assinado a garantir o policiamento, garantindo a segurança. Segunda-feira, o Governo Civil vai iniciar negociações com as oito famílias ciganas que ficaram com as suas casas vandalizadas na sequência do tiroteio da semana passada. Neste momento, estão instaladas tendas cedidas pelo Ministério da Defesa à entrada da Quinta da Fonte para que as famílias ali sejam realojadas até que as casas estejam... [ler mais]
